sexta-feira, 11 de maio de 2012

Mãe e filho trocam bilhetes e cobranças

Aproxima-se o dia das mães. A força comercial não nos deixa esquecer da data. Fala-se que comercialmente é a segunda melhor data do ano, perdendo apenas para o natal. De tal modo, não poderia deixar de lhes contar a história daquele garoto de oito anos de idade para quem tudo era feito por dinheiro, nada fazia se não fosse pago.
Num dia desses, de manhã, logo ao tomar café, deixou um bilhete no lugar onde a mãe se sentava. Ao abrir e ler o bilhete, a primeira reação da mãe foi de susto, aos poucos transformada em graça.

O que dizia o bilhete? Era mais ou menos o seguinte: “Mãe, você me deve: por levar recados: 3 reais; por pegar o lixo e colocá-lo na rua, 2 reais; por ajudar a varrer a casa e pegar as coisas jogadas na sala, 2 reais; por alguns serviços extras, 1 real. TOTAL: 8 reais!”. Depois de ler o bilhete a mãe em silêncio o guardou.


O menino foi para a escola e quando voltou encontrou embaixo do seu prato um bilhete e 8 reais. Muito contente, planejava o que faria com o dinheiro pago pela mãe. Então, leu o bilhete da mãe: Querido filho, também tenho uma conta para você. Por te amar muito, você me deve: nada! Por cuidar de você quando está doente, nada! Pelas roupas e brinquedos, nada! Pelos calçados, pelo quarto que você dorme, nada! Pela refeição e pelas noites de sono que perdi por que você tinha medo de ficar sozinho, nada! TOTAL: nada!”

O menino depois de ler o bilhete, sem palavras, o entregou para a sua mãe. Também lhe entregou o dinheiro e pediu perdão. Passado o fato, nunca mais fez as coisas pensando em quanto iria ganhar com tal ação. Tornou-se um verdadeiro aprendiz da gratuidade.

 Todos somos filhos, com ou sem mãe por perto, presente ou viva. Eleve a Deus uma prece pela  sua mãe. O Senhor abençoe as nossas famílias, especialmente agora, a nossa mãe. Amém!

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